terça-feira, 28 de setembro de 2010

Momento de Reflexão



"Quando falares, cuide para que suas palavras
sejam melhores que o silêncio."
Provérbio Indiano

Gestão do Desempenho



“Dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola, picles num pão com gergelim.” Para muitos, esse famoso jingle do McDonald’s representa a deliciosa entrega ao pecado capital da gula. Para milhares de pessoas, no entanto, representa trabalho. Afinal, a empresa é uma das maiores empregadoras privadas do País.


Com um alto investimento anual em treinamento, o McDonald’s é a empresa que oferece o maior número de oportunidades de primeiro emprego do Brasil. Dos atendentes, 67% estão no seu primeiro emprego. A rede também é a empresa brasileira que mais emprega adolescentes: 87% dos atendentes têm menos de 21 anos.


Para chegar com sucesso a esses números, o McDonald’s desenvolveu um sistema de gestão de desempenho focado em comportamentos e competências que garante o desenvolvimento de talentos na liderança capazes de dirigir com sucesso o negócio atualmente e no futuro. Esse sistema reforça a filosofia de construir uma organização de alta performance, mantendo o foco na gestão de pessoas e no desenvolvimento de talentos.


Confira o que está por trás do RH do McDonald’s e veja quais comportamentos e competências são esperados de todos os funcionários, até mesmo da equipe de vendas:


Comportamentos


• Comunicar-se com eficiência.


• Estabelecer objetivos claros e ter responsabilidade pelos resultados.


• Estar aberto a mudanças, criatividade e inovações.


• Possuir foco estratégico.


• Promover o treinamento e a valorização das pessoas.


• Ter uma atuação centrada no melhor interesse do sistema.




Competências


• Ser autoconfiante.


• Desenvolver pessoas.


• Eliminar barreiras.


• Energizar a equipe.


• Entender outras pessoas.


• Fazer o melhor.


• Focar a venda.


• Garantir a satisfação do cliente e o padrão McDonald’s.


• Trabalhar em equipe.


Para avaliar seus funcionários, a instituição trabalha com o que chama de “mesa-redonda”. Trata-se de um fórum em que gestores, clientes internos e Recursos Humanos avaliam o desempenho e a possibilidade de promoção dos colaboradores. Com isso, padronizaram-se os critérios e escalas de avaliação, reduzindo as discrepâncias e tornando o processo mais justo, o que possibilitou ouvir diferentes visões sobre o desempenho demonstrado por um funcionário. Além disso, é uma oportunidade única para os gestores da mesma ou de outra área conhecerem o desempenho e o potencial de outros funcionários, que não sejam seus subordinados diretos.


Siga o exemplo bem-sucedido do McDonald’s e estabeleça um sistema de gestão de desempenho em sua empresa. Comece definindo quais comportamentos e competências você espera de seus colaboradores. Além de facilitar a avaliação, isso possibilita que seus funcionários saibam exatamente o que se espera deles em suas funções. Os resultados não demorarão a aparecer.


Um grande abraço, e bons desempenhos.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Momento de Reflexão



“Gerenciamento é a eficiência em subir a escada do sucesso.
Liderança é verificar se a escada está apoiada na parede certa”



Stephen Covey



Criatividade



Que tal explorar a criatividade dos membros de sua equipe?

Isso pode ser feito por meio de uma técnica criada por Alex Osborn, em 1953. Cada vez mais usual nas empresas, o brainstorming (tempestade de ideias) pode ser feito por qualquer grupo de trabalho nas mais diferentes situações: identificação de riscos, planejamento estratégico, criação de novos produtos, resolução de problemas, desenvolvimento de campanhas publicitárias e muito mais.



Trata-se de uma técnica muito simples, eficaz e de custo zero que pode ser feita no próprio local de trabalho, embora seja recomendável mudar o ambiente usual e planejar uma atmosfera informal.

Por se tratar de um processo participativo em que as ideias dos líderes e dos colaboradores têm o mesmo peso, a grande vantagem do brainstorming é liberar as pessoas a pensarem de maneira criativa.

Você deve estar se perguntando: essa ferramenta pode ser utilizada em vendas?

É claro que sim! No desenvolvimento de campanhas, na identificação das necessidades dos clientes, na melhoria do atendimento e dos processos internos são alguns exemplos.


Críticas devem ser evitadas no brainstorming. Por ser uma técnica de criatividade geral, uma crítica a uma ideia ou uma simples brincadeira poderá inibir algum participante de expor sua sugestão. Cabe ao líder saber separar invenções de decisões e ato criativo de ato crítico. Para fazer isso, o melhor é analisar as ideias mais promissoras após o brainstorming e buscar aperfeiçoá-las. Essa é uma questão de postura mental e disciplina do líder. Não tenha medo da ideia “ridícula” ou “absurda”. Elas são o trampolim para a verdadeira inovação.



As quatro principais regras do brainstorming:


1. Críticas são rejeitadas.


2. Criatividade é bem-vinda.


3. Quantidade é necessária.


4. Combinação e aperfeiçoamento são necessários.


Vale ressaltar que a técnica pode ser realizada em qualquer momento e da forma que o líder achar mais conveniente, até mesmo individualmente. Ele deve fazer sessões individuais de brainstorming com seus colaboradores e, depois, cruzar os resultados com os dos outros. Se em cada cérebro há 144 bilhões de neurônios e o líder tem 10 funcionários, multiplique 144 bilhões por 10 e conclua a quantidade de riqueza inovadora existente dentro da empresa.


Embora não haja uma linha de direção predeterminada, se você nunca fez uma sessão de brainstorming e gostaria de começar a aplicar a técnica com sua equipe, fique atento aos passos básicos:


• Defina um problema ou assunto a ser tratado.


• Selecione um grupo.


• Defina as regras básicas: ausência de críticas, criatividade, quantidade e aperfeiçoamento das ideias.


• Escreva o assunto em um quadro visível a todos.


• Estimule as ideias dos participantes.


Bom trabalho a todos.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Momento de Reflexão



"Aprendi o silêncio com os faladores,
a tolerância com os intolerantes,
a bondade com os maldosos;
e, por estranho que pareça,
sou grato a esses professores".



Kahlil Gibran

Como fazer Coaching com sua Equipe



Direção, correção e ajuste são palavras diretamente relacionadas a uma ferramenta cada vez mais utilizada por líderes de equipes no desenvolvimento de competências: o Coaching. Ele é um elo de ligação entre o estado atual e o estado desejado, a ponte entre as competências atuais e as expectativas da empresa.


O processo de coaching pode ser realizado sempre que um integrante de sua equipe manifestar desejo ou necessidade de aprimoramento, passar por alguma mudança na carreira, apresentar dificuldades de relacionamento ou desempenho, etc. Acontece por meio de sessões periódicas de atendimento individual, que podem ser semanais, quinzenais ou mensais, de acordo com a disponibilidade de horário do líder e do profissional.


Um dos aspectos mais interessantes do coaching é que você, líder, pode desenvolver o trabalho com seus colaboradores. No entanto, é preciso preparação para isso. Como existem dezenas de técnicas, é recomendado que você faça um curso completo, de modo que se torne apto a aplicar o coaching da forma mais correta e eficaz.

Se você já está capacitado para orientar o processo, o próximo passo é identificar quais integrantes da equipe necessitam dele. A resposta é muito simples: todos! Mesmo aqueles que aparentemente não precisam de apoio e apresentam boa performance.


Uma das condições para um processo eficiente de coaching é a relação de confiança. A confidencialidade e o sigilo são também importantes, bem como a identificação entre as pessoas envolvidas. A famosa “química” tem de acontecer, pois o coaching só funciona quando a dupla dá certo.

Mas atenção! Em uma sessão de coaching, o líder deve ouvir mais que falar. Líder não fala, pergunta. Se não souber perguntar, jamais será bom nisso.

Você deve estar se perguntando, como identificar se o coaching está dando resultado ou não. Embora não seja fácil medir um comportamento, preste atenção se o liderado tem apresentado alguma mudança em suas atitudes. Com isso, você já saberá se os resultados estão acontecendo ou não.

Um grande abraço.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Momento de Reflexão



"Viver é a coisa mais rara do mundo.
A maioria das pessoas apenas existe."
Oscar Wilde

Geração NeYmar



O craque do Santos mistura ousadia e deboche numa explosiva mistura. Tudo funciona quando as coisas vão bem. Mas e quando começam a dar errado? Isso seria um retrato do comportamento da Geração Y?

O assunto da semana foi a birra de Neymar que, depois de ser preterido na cobrança de um pênalti, fez malcriação dentro e fora de campo. Desacatou seu técnico e desrespeitou seus colegas. Agiu como uma criança mimada de quem foi tirado um privilégio que não merece mais.



Antes mesmo de deixar a adolescência, o santista recebe tratamento de supercraque com salário idem. Vive as delícias de ser um astro, mas recusa-se a encarar suas dores. Gosta da fama e da fortuna, mas evita as responsabilidades. Quer ser tratado como adulto, mas sem a obrigação de comportar-se como tal. Neymar representa, por esta descrição, o típico jovem da geração Y.


Assim como muitos da sua idade, Neymar rejeita autoridades e despreza hierarquias. Rebelou-se contra uma ordem de seu superior, sem qualquer razão para isso. Ele não estava batendo pênaltis bem, simplesmente porque não levava isso a sério.


Quando bateu com cavadinha na mão do goleiro, deveria ter aprendido. Mas não aprendeu. Disse que Zidane fizera o mesmo na Copa. Verdade. Fez isso minutos antes de dar uma cabeçada em Materazzi e receber cartão vermelho no jogo mais importante do futebol mundial, encerrando melancolicamente sua carreira.



A jovem promessa do Santos, aliás, não é reconhecida por adotar bons ídolos nem modelos. Como Robinho, por exemplo, que não deveria ser espelho para ninguém*. O que muitos chamam de irreverência e descontração, vejo como deboche e narcisismo. Considero suas dancinhas comemorativas extremamente desrespeitosas e provocativas. São jogadores de futebol, não animadores de torcidas.


* * * * * * * * * *

Em duas ocasiões Neymar deu chapéus em adversários com a bola parada. Adversários que não estão esperando dribles. Dribles que não armam jogadas de ataque nem deixam ninguém mais perto do gol adversário. Para que servem, então? Para humilhar o adversário. Cavadinha e paradinha também servem para humilhar o goleiro - além de representar um pulo fácil na lista de artilheiros.


No mesmo jogo, atletas do Avaí acusaram-no de provocações comparando seu salário com os do clube do Sul. Outra humilhação. Rodadas adiante, brigas com jogadores do Ceará. E agora esse fiasco com seu próprio técnico e demais companheiros.


Imediatamente o Santos impôs-lhe uma multa de 30% do seu salário a qual, diga-se, não fará nenhuma diferença para ele.



O forçado pedido de desculpas foi muito mais um evento de Relações Públicas do que o reconhecimento de um erro. A mídia interpretou o pedido de desculpas de Neymar como "constrangido". Mas a bem da verdade ele estava contrariado, porque não achava que devia desculpas a quem quer que fosse.


* * * * * * * * * *

Juntando os dois, Neymar e Robinho, temos o retrato de uma geração que já quer tomar conta do mundo. Dois moleques que exigem seus direitos sem se preocupar com seus deveres.


Independentemente da letra da sua geração, você só tem direito a alguma coisa nesta vida depois que provar o seu valor. Repetidamente. Antes disso você é apenas mais um. Pode ter muito talento e uma série de habilidades inatas. Mas isso não faz de você um fora-de-série.


Até lá você precisará comer muito feijão com arroz e ser muito, mas muito mais humilde.


* * * * * * * * * *

Para que os demais Y não fiquem revoltados comigo, admito que há exceções. No futebol, por exemplo, Paulo Henrique Ganso, companheiro de Neymar no Santos é um exemplo. Ganso (como Diego) quer botar a bola pra dentro do gol e ir para casa, ao contrário de Neymar (e Robinho). Sorte sua estar machucado e não ter tido o desprazer de participar desta palhaçada.


No mais, essa geração Y ainda vai tomar muito na cabeça antes de aprender alguns valores que seus pais não lhe ensinaram.


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* Mesmo se achando o melhor jogador do mundo, ele não conseguiu se firmar na Europa - e isso é sintomático. Quando surgiu no Santos tinha a companhia de Diego, de futebol muito mais objetivo e decisivo, mas igualmente destrambelhado (conseguiu a proeza de ser expulso numa disputa de pênaltis). Juntos, Robinho e Diego protagonizaram o lamentável episódio em que um arriou as calças do outro durante uma entrevista coletiva, na frente dos fotógrafos, na fracassada campanha da seleção pré-olímpica que sequer se classificou para os Jogos de 2004.


Por Rodolfo Araújo

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Momento de Reflexão



A verdade deve ser comparada a uma pedra preciosa:
se a lançarmos no rosto de alguém, pode ferir, provocando revolta.
Mas se a envolvemos numa delicada embalagem
e a oferecermos com ternura,
certamente será aceite com facilidade."
Autor desconhecido

Vamos errar de novo?



Faz muitos anos já que não pertenço a nenhum partido político, muito embora me preocupe todo o tempo com os problemas do país e, na medida do possível, procure contribuir para o entendimento do que ocorre. Em função disso, formulo opiniões sobre os políticos e os partidos, buscando sempre examinar os fatos com objetividade.



Minha história com o PT é indicativa desse esforço por ver as coisas objetivamente. Na época em que se discutia o nascimento desse novo partido, alguns companheiros do Partido Comunista opunham-se drasticamente à sua criação, enquanto eu argumentava a favor, por considerar positivo um novo partido de trabalhadores. Alegava eu que, se nós, comunas, não havíamos conseguido ganhar a adesão da classe operária, devíamos apoiar o novo partido que pretendia fazê-lo e, quem sabe, o conseguiria.


Lembro-me do entusiasmo de Mário Pedrosa por Lula, em quem via o renascer da luta proletária, paixão de sua juventude. Durante a campanha pela Frente Ampla, numa reunião no Teatro Casa Grande, pela primeira vez pude ver e ouvir Lula discursar.


Não gostei muito do tom raivoso do seu discurso e, especialmente, por ter acusado “essa gente de Ipanema” de dar força à ditadura militar, quando os organizadores daquela manifestação -como grande parte da intelectualidade que lutava contra o regime militar- ou moravam em Ipanema ou frequentavam sua praia e seus bares. Pouco depois, o torneiro mecânico do ABC passou a namorar uma jovem senhora da alta burguesia carioca.


Não foi isso, porém, que me fez mudar de opinião sobre o PT, mas o que veio depois: negar-se a assinar a Constituição de 1988, opor-se ferozmente a todos os governos que se seguiram ao fim da ditadura -o de Sarney, o de Collor, o de Itamar, o de FHC. Os poucos petistas que votaram pela eleição de Tancredo foram punidos. Erundina, por ter aceito o convite de Itamar para integrar seu ministério, foi expulsa.


Durante o governo FHC, a coisa se tornou ainda pior: Lula denunciou o Plano Real como uma mera jogada eleitoreira e orientou seu partido para votar contra todas as propostas que introduziam importantes mudanças na vida do país. Os petistas votaram contra a Lei de Responsabilidade Fiscal e, ao perderem no Congresso, entraram com uma ação no Supremo a fim de anulá-la. As privatizações foram satanizadas, inclusive a da Telefônica, graças à qual hoje todo cidadão brasileiro possui telefone. E tudo isso em nome de um esquerdismo vazio e ultrapassado, já que programa de governo o PT nunca teve.


Ao chegar à presidência da República, Lula adotou os programas contra os quais batalhara anos a fio. Não obstante, para espanto meu e de muita gente, conquistou enorme popularidade e, agora, ameaça eleger para governar o país uma senhora, até bem pouco desconhecida de todos, que nada realizou ao longo de sua obscura carreira política.


No polo oposto da disputa está José Serra, homem público, de todos conhecido por seu desempenho ao longo das décadas e por capacidade realizadora comprovada. Enquanto ele apresenta ao eleitor uma ampla lista de realizações indiscutivelmente importantes, no plano da educação, da saúde, da ampliação dos direitos do trabalhador e da cidadania, Dilma nada tem a mostrar, uma vez que sua candidatura é tão simplesmente uma invenção do presidente Lula, que a tirou da cartola, como ilusionista de circo que sabe muito bem enganar a plateia.


A possibilidade da eleição dela é bastante preocupante, porque seria a vitória da demagogia e da farsa sobre a competência e a dedicação à coisa pública. Foi Serra quem introduziu no Brasil o medicamento genérico; tornou amplo e efetivo o tratamento das pessoas contaminadas pelo vírus da Aids, o que lhe valeu o reconhecimento internacional. Suas realizações, como prefeito e governador, são provas de indiscutível competência. E Dilma, o que a habilita a exercer a Presidência da República? Nada, a não ser a palavra de Lula, que, por razões óbvias, não merece crédito.


O povo nem sempre acerta. Por duas vezes, o Brasil elegeu presidentes surgidos do nada -Jânio e Collor. O resultado foi desastroso. Acha que vale a pena correr de novo esse risco?

Por Ferreira Gullar

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Momento de Reflexão

 Se um cachorro fosse professor...

 

Se um cachorro fosse professor, você aprenderia coisas assim:

- Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.

- Nunca perca uma oportunidade de ir passear.

- Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.

- Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.

- Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.

- Corra, pule e brinque todos os dias.

- Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.

- Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.

- Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos e deite debaixo da sombra de uma árvore.

- Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.

- Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado...volte e faça as pazes novamente.

- Aproveite o prazer de uma longa caminhada.

- Se alimente com gosto e entusiasmo.

- Coma só o suficiente.

- Seja leal.

- Nunca pretenda ser o que você não é.

- E o MAIS importante de tudo....

Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar.

A amizade verdadeira não aceita imitações!!!


E NÓS PRECISAMOS APRENDER ISTO COM UM ANIMAL, QUE DIZEM SER IRRACIONAL!!!!

Napoleão e seus Soldados



Napoleão Bonaparte classificava seus soldados em 04 tipos de pessoas:



01. Os inteligentes com iniciativa;
02. Os inteligentes sem iniciativa;

03. Os ignorantes sem iniciativa;

04. Os ignorantes com iniciativa.



Aos inteligentes com iniciativa, Napoleão dava as funções de comandantes: gerais, estrategistas, etc.


Aos inteligentes sem iniciativa, Napoleão os deixava como oficiais que recebiam ordens superiores, para cumpri-las com diligência.


Aos ignorantes sem iniciativa, Napoleão os colocava à frente da batalha: para serem "buchas de canhão".


Aos ignorantes com iniciativa, Napoleão desprezava; não os queria em seus exércitos...



Um ignorante com iniciativa é capaz de fazer enormes besteiras e depois, dissimuladamente, tentar ocultá-las.


Um ignorante com iniciativa faz o que não deve, fala o que não pode, envolve-se com gente inadequada e depois diz que de nada sabia.


Um ignorante com iniciativa faz perder boas ideias, bons projetos, bons clientes, bons fornecedores, bons homens públicos.


Um ignorante com iniciativa produz sem qualidade, porque resolve alterar processos definidos e consagrados.


Um ignorante com iniciativa é, portanto, um grande risco para o desenvolvimento e o progresso de qualquer empresa e/ou governo.



Normalmente você é capaz de identificar os 04 tipos que estão presentes na sua vida, na sua empresa?

E toma suas decisões sobre eles?


E no governo do seu país?

Você sabe se livrar dos ignorantes com iniciativa?






O escritor cubano CARLOS ALBERTO MONTANER reproduz a definição sobre o presidente Lula, que ouviu de um seu par, latino-americano:


- "Esse homem é de uma penosa fragilidade intelectual. Continua sendo um sindicalista, preso à superstição da luta de classes. Não entende nenhum assunto complexo, carece de capacidade de fixar atenção, tem lacunas culturais terríveis e por isso aceita a análise dos marxistas radicais que lhe explicam a realidade, como um combate entre bons e maus".


Um povo educado e culto elegerá dirigentes competentes e honestos . Estes escolherão os melhores assessores. Um povo educado e culto sabe muito bem diferenciar um discurso sério de uma FALAÇÃO demagógica. Um povo educado e culto lê jornais. Um político como esse daí prefere manter o povo sem EDUCAÇÃO. Afinal de contas, não é o povo que lê jornais que vai elegê-lo; e sim, quem limpa a bunda com eles...

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Momento de Reflexão



“Qualquer desafio que enfrentamos
não é tão importante quanto a nossa atitude diante dele,
pois é ela que determina nosso sucesso ou derrota.”

Norman Vincent Peale




Time de Guerreiros



O mundo corporativo tem a aprender com o mundo esportivo. Ultimamente, tenho acompanhado alguns jogos de futebol que, equipes que passaram pelo vexame de um rebaixamento ou quase rebaixamento, estejam liderando o campeonato brasileiro, ou até mesmo, entre os melhores da atualidade. Os jogos da equipe batem recordes de público. Uma autêntica sintonia entre time e torcida, que apelidam a equipe de “time de guerreiros”. Para vencer, não basta somente ter talento, é preciso aprender a praticar o jogo de equipe – esse é o grande ensinamento de um grande time.



Em muitas organizações, as pessoas estão como grupo, e não como time. O grupo não tem propósito comum e as pessoas não sabem o real sentido de fazerem parte daquela empresa. Um autêntico time tem senso de unidade, propósito e metas comuns e uma missão clara e vivenciada em todas as suas ações e por todos os integrantes da organização.


Frequentemente, a inveja e a vaidade levam os grupos a terem comportamentos que prejudicam os resultados, e o brilho dos integrantes pode ser apagado por membros que acreditam que somente apagando o brilho do outro é que vão ter o seu próprio brilho. O apoio da torcida ao time tem mostrado o quanto é importante “jogar junto” o tempo inteiro, assim, as organizações que se destacam são aquelas em que as pessoas participam, utilizando seus diversos talentos a fim de contribuir para atingir os resultados. Participar, e não omitir, é a palavra-chave de times vitoriosos.


O que impressiona nos times, é sua capacidade de reverter um placar nas situações mais difíceis. O resultado é focado até o último instante, esse é o sentido do “time de guerreiros”. Nem sempre não possui ainda uma “grande estrela” da seleção brasileira, mas tem um conjunto equilibrado em que todos participam e, quando um jogador não está bem, o outro entra e oferece sua contribuição no momento certo. É um time apoiado pelo estilo coach de ser do seu treinador, que sabe tirar o máximo do potencial de cada integrante e delega e lidera com seus demais líderes.


A capacidade de focar o resultado, lidando com as pressões e reorganizando o planejamento, quando necessário, conduz um time à superação. Não importa o quão distante está a meta a ser atingida, mas sim o quão dispostas as pessoas estão para atingi-la. O papel do líder é deixar seu time focado no resultado, sem sucumbir diante das dificuldades, sabendo extrair o melhor de cada integrante.


As organizações necessitam de pessoas guerreiras, de líderes proativos e que cresçam baseados no valor e no potencial de sua equipe. Muitas companhias reclamam de seus resultados, mas seus líderes continuam a não inspirar o melhor dos profissionais e a não valorizar, por exemplo, o senso de propósito comum. A empresa do novo século e que vai perpetuar será aquela que tiver um time de guerreiros, um líder que aja como coach e seja inspirador da transformação positiva das pessoas.

E na sua organização, existe um grupo ou um time de guerreiros?

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Momento de Reflexão



Não há um louco que não se ache são

Não há uma criança que nunca foi ao chão.

Não há um adulto que não queira férias

Não há um aluno que não queira matérias

Não há um idoso que nunca foi criança

Não há uma pessoa sem esperança

Não há um lugar sem tudo isso no mundo.
 
Vítor Barros

Carta a 190 Milhões de Brasileiros...



Ei, População,

O que te aconteceu?
Que bicho te mordeu?
Tá assim, tão reprimida,
Vivendo num beco sem saída (mais 04 anos de vermelho???).




Foi um cigano (ou metalúrgico),
Ou um Presidente (que se diz tal?),
Que te prometeu um país descente?
(Altos índices de corrupção, escândalos, desvios financeiros públicos, criminalidade, mortalidade, saúde um caos, povo cada vez mais analfabeto, "bolsas" e mais "bolsas" esmolas...)


Foi na urna,
ou no penhasco,
Que você chorou por ser um fiasco?
(03 de Outubro está chegando...)



E decidiu fazer o certo da próxima vez,
Ou quem sabe no próximo mês,
E passam um ano, dois ou três.
O futuro tá de costas,
E a culpa é de vocês.
E minha também!
(Não aguento mais 04 anos de um Anti-Cristo, sim, no masculino mesmo, ou você acha que ela é ela???)

 Para prá pensar um pouco, não demora,
Mas nem isso faz direito,
E vendado vai escolher,
O mais novo estorvo.
(Dilma, não papai???)


Com tanto problema,
Só vejo uma solução,
ACORDA POPULAÇÃO.




Seja mais responsável,
Não seja tão imprestável,
Saia da frente da televisão (ou da fila do "Bolsa Esmola"),
E melhore sua própria nação.
(Pois, se não soubermos de nada, não virmos nada, com certeza, estaremos sendo coniventes com esta atual conjuntura política suja e perseguidora...)


VAMOS A LUTA, FORA AOS COMPANHEIROS!!!

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Momento de Reflexão



“Não temas arriscar-te quando um barco avança,
ele equilibra-se.” 
Refrão chinês

Respeito ao Próximo



Geralmente, muita gente torce o nariz quando ouve falar em etiqueta. É como se esse assunto só dissesse respeito a pessoas ricas e esnobes. Os especialistas explicam, porém, que essa visão é completamente equivocada. Requinte, boas maneiras e elegância vão muito além do modo como dispomos os talheres numa mesa de jantar ou da forma como manuseamos o garfo de peixe.


“Etiqueta é uma ‘ética’ do convívio cotidiano”, explica Angélica Santini, coordenadora do curso de publicidade e propaganda das Faculdades Integradas de Bauru (FIB). “As boas maneiras não têm nada de elitismo. Pelo contrário, são sinal de respeito para com o semelhante. É você não machucar, não ultrapassar limites e ser tolerante com o próximo”, afirma a educadora e consultora de etiqueta Glorinha Braga Ortolan.


Todos os povos têm suas regras de etiqueta. É possível encontrar referência às boas maneiras até na Bíblia. No capítulo 7 de seu Evangelho, o apóstolo Marcos narra que “os fariseus, apegando-se à tradição dos antigos, não comem sem lavar cuidadosamente as mãos”.


Em outra passagem das Escrituras, Lucas traz um episódio em que Jesus foi convidado para uma refeição na casa de um fariseu. Ao entrar na residência, o correto seria que o anfitrião oferecessse água para os pés de Jesus. Em seguida, deveria ter-lhe dado um beijo no rosto, em sinal de boas-vindas. Por fim, deveria ter ungido a cabeça do Messias com óleo perfumado.


O fariseu não seguiu nenhuma das regras de boa maneira, em vigor na época. Coube a “uma certa mulher, conhecida naquela cidade como pecadora”, dar o tratamento adequado a Jesus. “Ao saber que ele estava à mesa na casa do fariseu, trouxe um frasco de alabastro com perfume. Colocando-se por detrás dele e chorando, começou a banhar-lhe os pés com lágrimas; enxugava-os com os cabelos e beijava-os, ungindo-os com perfume”, narra Lucas.

Famoso por suas pinturas, o artista renascentista Leonardo Da Vinci exerceu inúmeras profissões, entre elas, as de “conselheiro para as edificações” e “mestre de festas e banquetes” na corte do duque Ludovico Sforza, de Milão. No final do século 15, ele escreveu um pequeno tratado sobre boas maneiras intitulado “Acerca do comportamento impróprio à mesa do meu amo”.

Entre as recomendações feitas por Leonardo estavam: não colocar os pés sobre a mesa; não tirar comida do prato do vizinho; não retirar comida da mesa, colocando-a na bolsa ou na bota para consumo ulterior; não soltar pássaros em cima da mesa e nem fazer o mesmo com cobras ou escaravelhos.

Já nessa época, começaram a surgir na Inglaterra os primeiros manuais de boas maneiras. O termo etiqueta surgiu na França, no século 17. Durante seu reinado, Luís XIV tinha o hábito de confeccionar bilhetinhos (denominados “étiquettes”) para instruir seus convidados sobre como se comportar nas festas da corte.

Com o passar do tempo, a etiqueta ultrapassou os limites das grandes ocasiões sociais e passou a ser aplicada em todos os aspectos da vida cotidiana. Existem regras de bom comportamento no trabalho, em casa, na rua, ao telefone, no restaurante e até na Internet – ou “netiqueta”, como costumam brincar os especialistas da área (leia mais no quadro ao lado).

“Etiqueta é saber falar quando se pode falar; ouvir quando é momento de ouvir; saber se relacionar no trânsito, no trabalho e nas ruas; saber como se colocar à mesa”, diz Angélica Santini. “O que uma pessoa que não tem etiqueta pode esperar alcançar no trabalho?”, questiona ela.

“Gentileza gera gentileza”, lembra Glorinha. E comportamentos inconvenientes? – alguém poderia perguntar. “Isso abala a vida do indivíduo, pois ela acaba se tornando uma pessoa indesejável”, acredita Angélica. Para Glorinha, os segredos da etiqueta estão na simplicidade e no respeito ao próximo.


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Durante meu primeiro ano da faculdade, nosso professor nos deu um teste para ser preenchido e que valeria nota.


Eu era bom aluno e respondi rápido todas as questões até chegar a última:


"Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola?"


Sinceramente, isso parecia uma piada. Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes. Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 40 anos, mas como eu ia saber o primeiro nome dela?


Eu entreguei meu teste deixando essa questão em branco e, um pouco antes da aula terminar, um aluno perguntou se a última pergunta do teste iria valer na nota.


"É claro!" - respondeu o professor.


"Na sua carreira, você encontrará muitas pessoas. Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção mesmo que seja com um simples sorriso ou um simples "alô".




Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo o primeiro nome dela: Lourdes.

Respeito, dignidade e atenção devem fazer parte da vida de todo e qualquer indivíduo, independente de raça, credo, trabalho ou posição social.


Se você quer ser respeitado(a), respeite o próximo e mostre sua educação, seu caráter e nobreza de atos, dando atenção aos mais humildes e menos favorecidos que você.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Momento de Reflexão



"Para ganhar conhecimento,
adicione algo todos os dias.
Para ganhar sabedoria,
elimine algo todos os dias." 
Lao Tsé

Metas e seus Resultados



No livro Nunca Deixe de Tentar, Michael Jordan ressalta a importância de fixar metas a curto prazo, manter o foco e não se deixar paralisar pelo medo, nos transmitindo como sempre encarou o fracasso como mola propulsora para novas tentativas.


Nos depoimentos de pessoas vitoriosas como ele, considerado o maior jogador de basquete de todos os tempos, é que devemos nos apoiar. Por isso, a leitura é fundamental para o líder, bem como para todo o profissional que quer se realizar e ter sucesso como aliado.


Considerando que o profissional de vendas trabalha com a frustração e a superação diariamente e necessita sempre de ferramentas para ampliar a resiliência, a determinação e a persistência, tais espelhos são essenciais, pois encerram em si a garra desses vencedores e o caminho que trilharam para tal. Sempre caminhos diferentes de profissionais que tiveram resultados positivos devem ser diretrizes para nós.


Metas fixadas a curto prazo sempre na nossa vida auxiliam a trilhar o caminho de protagonistas de nossa história. Assim, tiramos o “barquinho da correnteza” e passamos a direcionar o barco de nossas vidas. As metas devem estar presentes em todos os segmentos de nossas vidas e em todos os momentos, facilitando a direção como hábito diário.


Mas, para fixar metas plausíveis e coerentes, precisamos conhecer nossa capacidade de tomar decisões e aprimorá-la também. O equilíbrio razão-emoção é fundamental para tomadas de decisão eficazes, assim como não ter receio de perguntar quando não sabemos ou temos dúvidas.

Há vários pontos importantes para sermos eficazes no estabelecimento de metas e para alcançarmos o sucesso em tudo aquilo que quisermos:


• Manter sempre a humildade.


• Acreditar mais em si mesmo.


• Saber que sempre pagamos um preço por tudo o que fazemos.


• Não pensar muito nas consequências se tendemos a ser mais negativos, pois, se pensarmos muito, acabamos não fazendo.


• Saber aonde se quer chegar para traçar o caminho, afinal, “se não sabemos para onde vamos, qualquer caminho serve”.


• Não se deixar intimidar pela pressão da competitividade acentuada que vivemos.


• Manter o comprometimento conosco em primeiro lugar.


Há muitos outros pontos, o importante é sempre se atualizar, buscar exemplos e novas ferramentas, além de se lembrar das ferramentas que já deram certo em nossas vidas.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Momento de Reflexão



“Os que sonham de dia têm conhecimento de muitas coisas
que escapam aos que sonham de noite.”
Edgar Allan Poe

Você se comunica bem com sua Equipe?



Se a mensagem que o líder transmite não for compreendida pelo grupo, são grandes as chances de os objetivos traçados não serem alcançados e os resultados da empresa naufragarem.

Pensando nisso, você não acha que um líder que não se comunica bem está fadado ao fracasso?

A habilidade de comunicação dele é o reflexo do poder pessoal de influenciar os liderados e a grande responsável pelo estabelecimento do processo de concretização da liderança.



As dificuldades começam a aparecer quando se confundem duas capacidades completamente diferentes, embora complementares entre si. Muitas vezes, o líder sabe falar bem, mas sua maneira de expressar as ideias, por exemplo, é muito confusa. Isso quer dizer que ele não se comunica bem.


O contrário também ocorre. O líder sabe claramente quais são suas ideias e o que precisa ser feito, mas não sabe falar nem transmiti-las de forma clara e envolvente. Assim, a equipe não entende qual o objetivo das palavras, ou seja, ele não fala bem. Para obter uma comunicação adequada, deve-se considerar dois pontos importantes: o nível da informação e a forma de transmiti-la. Eles são fundamentais para garantir resultados com a equipe.


Preste atenção nos números a seguir. Segundo o psicólogo americano Albert Mehrabian, um dos pioneiros no estudo da linguagem corporal, a palavra representa 7% da comunicação, o tom de voz 38%, enquanto a linguagem não verbal é responsável por 58%. Isso mostra que voz, gestos, aparência e postura podem tanto ajudar como atrapalhar a liderança.


Observe a contradição de um líder ao falar sobre calma, paz e serenidade, mas de uma forma agressiva e irritada. Ou ainda sobre entusiasmo, vitalidade e alegria, porém de maneira triste, sem vida e de modo melancólico. Ao falar sobre algo e demonstrar outra coisa com seu corpo, o líder pode gerar ruídos na comunicação com seu grupo, não conseguindo assim exercer a influência necessária.


O ideal é que haja coerência entre forma e conteúdo. A clareza do conteúdo se relaciona a falar o que precisa ser dito de modo simples e objetivo, com a sequência coerente dos assuntos, de maneira estruturada em começo, meio e fim, respeitando o vocabulário e o nível cultural dos liderados. Já a clareza da forma se traduz em beleza ao falar, uso preciso da voz, elegância e harmonia dos gestos, cumplicidade no olhar, aparência bem cuidada e zelo para causar boa impressão.

Muitos líderes, ao falarem com a equipe, parecem perder a espontaneidade, passando até mesmo certa insegurança, o que é bastante prejudicial para a comunicação. O líder deve ter uma postura adequada às expectativas e necessidades dos colaboradores. Por meio das palavras e da postura, ele precisa passar para todos do seu grupo credibilidade e confiança. Com isso, certamente irá proporcionar um ambiente de trabalho saudável e produtivo.