quarta-feira, 20 de abril de 2011

Feliz Páscoa!!!




Bom dia, Amigos,

Fazendo minha faxina interior a fim de me preparar para a Páscoa, andei pensando em certo entraves algo comuns a quase todos nós.
Muitas Vezes duvidamos de nossa própria capacidade e pensamos não sermos capazes de realizar algo.

Abra um espaço para a Luz dentro de você!

Uma das maneiras práticas de permitir que a Luz entre em sua vida é permitir que as pessoas ao seu redor compartilhem idéias, afetos, projetos, sonhos, metas com você.

Muitas vezes somos teimosos e dizemos:  “Não preciso de ninguém, posso resolver tudo sozinho.”
Mas, se não estamos abertos para receber ajuda dos outros, no nível sutil, quântico, isto significa que a Luz também não poderá entrar.

Quando criamos uma barreira ao ato de receber, acabamos por criar uma interrupção no fluxo de compartilhar, em algum momento de nossas vidas as energias irão se estagnar. Muito perigoso isto em qualquer dimensão de nossas vidas, inclusive, no exercício de nossos ofícios.

É necessário viabilizar o constante movimento de receber para compartilhar, para atrairmos as bênçãos do mundo infinito para nossas vidas.
Se você não se sente confortável recebendo, obrigue-se a fazê-lo mesmo assim.

O receber pode vir de diferentes maneiras.
Para alguns, pode ser através de conselhos, para outros, pode ser um pedido de ajuda, até mesmo um doce ou copo d’água.
Encontre uma área onde é difícil para você receber, e simplesmente se abra.

Um dia de grandes acontecimentos a todos, FELIZ PÁSCOA!!!

Momento de Reflexão




“Não somos seres humanos passando por uma experiência espiritual.
Somos seres espirituais passando por uma experiência humana.”
Teilhard de Chardin

terça-feira, 12 de abril de 2011

Momento de Reflexão




"Antes de falar, escute. 
Antes de escrever, pense. 
Antes de gastar, ganhe. 
Antes de julgar, espere. 
Antes de rezar, perdoe. 
Antes de desistir, tente." 
Autor desconhecido.

Produtivos x Improdutivos



Imagine a situação: você auxilia um funcionário produtivo, que faz 10 vendas por semana, a aprender a fazer 15. Você o ajudou a crescer 50% e, melhor ainda, acrescentou 5 vendas ao total da equipe.

Agora, imagine que você passa esse tempo com um profissional improdutivo. Elevando o nível dele em 50%, passa de 2 para 3 vendas e acrescenta apenas 1 venda (em vez de 5) ao total da equipe.

Infelizmente, isso é o que ainda acontece com muitos líderes: passam a maior parte do dia investindo no colaborador improdutivo, acrescentado uma única venda, em vez de cinco. A afirmação de Steve Chandler – uma das maiores autoridades do mundo em liderança corporativa – está no livro Motivando para o sucesso, escrito em parceria com Scott Richardson.

Não se engane ao pensar que a situação acima é exclusiva da área de vendas, pois acontece em todo tipo de empresa. “Funcionários improdutivos sempre tentarão convencê-lo de tudo o que fizeram, das medidas que tomaram. O que eles não querem é assumir a responsabilidade pelos resultados”, explica Chandler.

Você sabe que resultado é uma palavra que não faz parte do dia a dia dos improdutivos, pois certamente já teve um profissional assim. Eles não desejam alcançar resultado algum, querem apenas manter o emprego e serem vistos como pessoas que realmente se esforçam.

É nesse momento que muitos líderes falham, pois tiram o foco do que desejam atingir e passam a gerenciar as atividades dos improdutivos; afinal, sabem que, se o colaborador se ocupar delas sem parar, conseguirá resultados. Com isso, os líderes caem no erro de responsabilizar o funcionário por suas tentativas, e não pelos resultados.

Todo esse processo exige tempo do líder e acaba levando à situação proposta no início do texto, o que é um grande equívoco. Lembre-se sempre de que o tempo que você passa ajudando um funcionário produtivo auxilia mais a produção da equipe que o gasto com os improdutivos.

“Pesquisas mostram que os gerentes passam mais de 70% de seu tempo tentando fazer os improdutivos produzirem. Enquanto isso, a maioria dos produtivos pede demissão e vai procurar outro emprego porque não recebeu atenção suficiente. Esses indivíduos não se sentiam reconhecidos pela empresa nem cresciam em suas posições”, avisa Chandler.

Portanto, feche o cerco dos improdutivos. Mostre que a produtividade é resultado direto da vontade de alcançar uma meta. Caso contrário, todas as forças estarão concentradas apenas no desejo de manter o emprego. E, se os improdutivos puderem fazer o mínimo para mantê-lo, melhor para eles e pior para você.

Destine tempo e energia para os produtivos, pois, além de melhorar os resultados de toda a equipe, você se alimenta das habilidades e do entusiasmo desses profissionais. Afinal, eles se programam para experimentar coisas novas até encontrarem o caminho. São como aqueles robôs de brinquedo que batem contra a parede, giram 30 graus e tentam novamente.

E os improdutivos? 


Bem, eles batem na parede, ficam deprimidos e se recolhem por 20 minutos, o dia todo ou a semana inteira. Nesse meio tempo, batem novamente contra a parede, não tomam outra direção e continuam batendo até acabar a bateria. 

O fim da história você já conhece...

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Momento de Reflexão



“Os anos ensinam muitas coisas,
que os dias jamais chegam a conhecer.”
Ralph E. Emerson

Até tu, Brutus?


 
Quando uma pessoa deposita sua confiança em alguém, geralmente é porque acredita na sua fidelidade. Brutus era considerado quase como um filho para o imperador Júlio César. Mesmo assim, sua cobiça falou mais alto. Ele estava entre os que queriam deter o poder do Império Romano, ainda que isso custasse a vida de César.

Dinheiro, poder, vantagem, falta de gratidão, respeito ou ética. Esses são os principais motivos para quem resolve trair. Com Judas, também foi assim. Ele foi um dos 12 selecionados para andar sempre com Jesus Cristo e, por míseras 30 moedas de prata, entregou seu líder aos romanos.

O assunto traição, venho abordar de forma a prevenir líderes desse não tão raro acontecimento. São tantas as histórias de líderes que passaram por essa amarga experiência. 
As causas mais prováveis são ambição, desrespeito e falta de ética. De maneira geral, os profissionais recomendam sempre entender os acontecimentos num contexto mais amplo. Tudo por uma simples razão: é difícil desenvolver uma equipe ou um sistema à prova de traições. Entretanto, conhecer o fenômeno, estudá-lo e se preparar reduz as possibilidades de ele se repetir. Como bem diz o ditado: “Errar é humano, mas persistir no erro é burrice”.

E não é o caso de liderar com um “pé atrás”. Ninguém ganha com isso, além de ser um grande desperdício de energia. Mas é o caso, sim, de se decidir por algumas práticas preventivas:
  • Pedir recomendações antes de contratar o colaborador.
  • Separar o pessoal do profissional.
  • Promover um ambiente de trabalho saudável.
  • Ter pontos de controle dentro da organização.
  • Aprofundar-se um pouco em temas relacionados a pessoas e suas ambições.
Essas são algumas das recomendações, que gostaria de passar hoje.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Momento de Reflexão



“Não sobreviverão os mais fortes,
nem os mais inteligentes, 
e sim os que melhor se adaptarem”

Charles Darwin