segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Momento de Reflexão





“O tempo é neutro e não modifica nada,
com coragem e iniciativa, 
os líderes modificam as coisas”.
 
Jesse Jackson

Por que devemos retornar uma ligação?





Uma das grandes reclamações que ouço das pessoas, sejam elas nas empresas ou em casa, é a falta de retorno de clientes, parceiros, prestadores de serviços, entre outros. 
Estes profissionais que não respondem sequer pensam no trabalho e no tempo dedicados para a elaboração de projetos e orçamentos a fim de atende-los de forma rápida.

Ao recebermos de maneira gentil a solicitação de um consumidor, automaticamente damos prioridade para atender suas expectativas e necessidades.

Por que, então alguns indivíduos agem como descaso sem ao menos retornar os e-mails, telefonemas, cartas, etc.?

A resposta é simples:  falta de educação. É preciso ter dignidade e respeito com os parceiros profissionais e responder, mesmo que o projeto ou orçamento não tenha sido aprovado – isso demonstra ética e respeito.

E por também desenvolvermos a ética, o equilíbrio e o relacionamento interpessoal positivo, vamos tentar ajudar os que não respondem, pensando, de forma muito justa, que eles não encontraram a melhor maneira, por exemplo, de dizer que tal orçamento ou projeto não foi aceito pela diretoria de sua empresa.

A principal dica é retornar o contato imediatamente, pois, em alguns casos, o prestador de serviços pode ter feito previsões em sua equipe, estoque e logística para atender à solicitação.

Existem formas educadas de escrever uma resposta por email, como:  Seu orçamento, no momento, não está dentro de nossas possibilidades de investimento; Estamos avaliando outros orçamentos e entraremos em contato em breve; ou também Sua proposta não preencheu as expectativas atuais de nossa empresa.

Seja qual for a resposta, sempre deverá ser acompanhada de um Agradecemos sua atenção ou um Muito obrigado por sua disponibilidade em nos atender.


Pense, reflita, e não deixe as pessoas “esperando”:
trim...trim...trim...  você ligou para o número... (ligação telefônica sendo realizada, sem sucesso...)

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Momento de Reflexão





“Se seu negócio precisa de você em tempo integral, 
então não é um bom negócio.”
  
João Izaias Borba

Saber fazer e aceitar correções no Trabalho





Você se esforça para fazer o trabalho, demora dias para termina-lo, acha que está perfeito, mas, ao final, é corrigido.

Como você age diante dessa situação?

Se você se incomoda frequentemente com as correções que são feitas em seu trabalho, saiba que isso é sinal de imaturidade. Agora, se aceita essas correções, saiba que não é sinal de fraqueza.

Submissão é a disposição para aceitar a liderança daqueles que são responsáveis profissionalmente por liderar nossa vida. Algumas pessoas entendem que a liderança significa força e que a submissão implica fraqueza. Porém, a verdadeira submissão é a evidência de flexibilidade, de confiança e de humildade. É a qualidade dos campeões e o portão para a promoção.

Os profissionais devem perguntar aos líderes, rotineiramente, quais mudanças recomendariam que fizessem nas tarefas diárias. Assim, no lugar de abrir espaço para correções, eles estariam aumentando o nível de excelência de seu trabalho.


O OUTRO LADO
Muitas vezes, é difícil diferenciar correção de crítica. Além disso, é mais fácil receber a correção de um mentor ou de um amigo leal. Por outro lado, é difícil aceitar a correção de um crítico ou de uma pessoa com a qual não se tem intimidade.

Por esses motivos é que as pessoas também tem de ter cuidado ao fazer correções. Seja sensível sobre o momento de compartilhar suas observações com seu colega. Quando as pessoas tem dias difíceis no escritório, espere, pacientemente, a hora apropriada para falar sobre as mudanças.

Existem pessoas que aceitam as correções, e que mudam com alegria. Outras, por sua vez, se frustam com as mínimas correções, mesmo que sejam valiosas. O resultado é que a liderança pode acabar por limitar as responsabilidades destas, o que as mantêm em um nível mais baixo na vida profissional.


Infelizmente, elas nunca vão provar a recompensa da grandeza máxima nem a experiência de ter prosperidade. Correções aceleram a promoção, a provisão e a liderança em sua vida.

Aceite isso, deseje isso. O sucesso em sua vida profissional depende da habilidade em aceitar a correção. Suas falhas não irão, necessariamente, desqualifica-lo. Mas sua atitude pode.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Momento de Reflexão



"Encarar a realidade poder ser doloroso, 
mas esconder-se dela pode significar o fracasso
 no imperdoável mundo dos negócios..."

Sucesso do passado, Sucesso no Futuro?





O sucesso do passado pode gerar fracasso no futuro se você acreditar que ele será para sempre. Portanto, reflita o que você nega no seu negócio que está precisando urgentemente de sua atenção?

O ser humano possui um mecanismo de defesa inconsciente utilizado para reduzir tudo aquilo que é incômodo e desconfortável. O fato de negarmos sentimentos, pensamentos ou acontecimentos intoleráveis chama-se, segundo a psicologia, negação, ou seja, o que não se admite como verdade. Geralmente, esse mecanismo de defesa entra em ação quando o indivíduo não consegue lidar com situações que por algum motivo considere ameaçadoras e, por incrível que pareça, pode impedir os líderes empresariais de alcançarem melhores resultados ou, até mesmo, falir uma empresa.

A negação é um mecanismo que pode destruir uma empresa em um curto período de tempo. Isso se deve ao fato de alguns líderes acreditarem que possuem os melhores produtos ou serviços e que suas estratégias sempre foram as corretas e continuarão sendo. Será que é preciso levar um tombo para se dar conta da negação? Como evitar isso? Como descobrir se a sua empresa se encontra em negação?

Três indicadores da negação, podem ser avaliados:  A síndrome do EU SOU DIFERENTE, a de NÃO SE ADMITIR IDÉIAS VINDAS DE FORA e a de se PROCURAR RESPOSTAS NOS LUGARES ERRADOS. É muito comum um líder deixar-se dominar pela arrogância e não admitir que alguém descobriu uma maneira melhor para fazer algo, principalmente em empresas com gestão familiar onde, por exemplo, existe uma resistência por adotar novas tecnologias e tornar uma operação mais eficiente.

Bom, reconheço que posso estar envolvido pelo hábito auto-destrutivo da negação. Como faço para me livrar dele? Tente aplicar estas 4 etapas:  Procure, Admita, Avalie e Mude.


PROCURE
Procure pela síndrome do EU SOU DIFERENTE ao fazer uma auto-análise de como você reage ao fracasso ou sucesso de outras empresas.

Você se parabeniza por se achar o melhor?

Ou será que estuda esses fracassos procurando comparações entre eles e os seus?

E os sucessos, utiliza como referência para otimizar o negócio em que atua?

Examine seus produtos, processos e colaboradores para encontrar resistências a mudança e estilos de gestão ineficazes, livrando-se assim da síndrome do NÃO FOI INVENTADO AQUI.

Escute atentamente seus líderes, pares, clientes, fornecedores e quem estiver envolvido com seu negócio. Cuide para não procurar respostas em apenas um lugar. Lembre-se que quando a IBM saiu do buraco, esta só começou o processo de reviravolta quando percebeu que não estava obtendo as informações corretas de seus gerentes, e, em vez disso, resolveu escutar atentamente seus melhores clientes. Portanto, pense se você está buscando as respostas fáceis que irão aliviar a empresa, ou as difíceis que exigirão mudança e vão gerar mais impacto positivo nos resultados a médio e longo prazo.


ADMITA
Não adiantará apenas procurar pelos sintomas de negação. Quando encontra-los, vá além e admita que o hábito está presente. Nada como o choque com a realidade para iniciar um processo de mudança. Não está longe de negar quem duvida em responder e não quer admitir. Na maior parte das vezes as melhores saídas estão no óbvio, o desafio agora é admitir a realidade e fazer o que é preciso.


AVALIE
Eu admiti, e agora?

Avalie quão profunda é a sua negação. Pode ser um problema superficial, que uma mudança de sistema ou aposentar uma linha de produtos resolva, como pode ser tão profunda quanto à cultura de uma empresa.


MUDE
Buda dizia:  APRENDER É MUDAR. Portanto, se a sua empresa criou uma cultura de negação profunda na qual as pessoas acreditam que NÃO PODE ACONTECER AQUI, a mudança será difícil. Investir no autodesenvolvimento dos colaboradores, no diálogo com as equipes multidisciplinares e procurar ler nas entrelinhas do negócio poderá contribuir com que a mudança flua naturalmente.


Estudos comprovam que, fica claro que a negação é uma reação humana básica, um mecanismo de defesa seguro utilizado para evitar confrontos que podem nos machucar sentimentalmente. Uma empresa possui pessoas que lidam com sentimentos, necessidades e desejos. Eis o nosso grande desafio:  contribuir com a longevidade da organização por meio do desenvolvimento das pessoas e que, consequentemente, aprenderão a tirar proveito do contato com a realidade superando a negação.


Encarar a realidade poder ser doloroso, mas esconder-se dela pode significar o fracasso no imperdoável mundo dos negócios...