sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Momento de Reflexão



“O problema não é o problema em si, 
mas a atitude com relação ao problema”
Kelly Young

Síndrome do Fracasso x Síndrome do Sucesso



Você já deve ter ouvido falar que sucesso ou fracasso começa na mente de cada um. Henry Ford já dizia: “se você pensa que pode, ou pensa que não pode, de qualquer forma você está certo”.

Tome cuidado com a “síndrome do fracasso” que toma conta da mente de muitas pessoas acomodadas ou focadas em suas zonas de conforto. A palavra “síndrome” é originária do grego sundrome que está ligada a definição de reunião. De acordo com o dicionário Priberam, a definição de síndrome na medicina é a seguinte: “conjunto de sintomas que caracterizam uma doença”. Então, quando nos referimos a “síndrome” estamos fazendo uma analogia que exemplifica a reunião de fatores que levam uma pessoa a fracassar naquilo que ela faz, ou seja, não estamos falando de doenças, mas sim, de alguns padrões de pensamentos, hábitos e atitudes que não condizem com o êxito pessoal e profissional.

Costumamos usar uma expressão em nossos treinamentos de desenvolvimento pessoal para explicar o que leva uma pessoa a fracassar: Síndrome de Sentir-se Derrotado Antes de Fazer Qualquer Coisa, ou na forma abreviada: S.S.D.A.F.Q.C. Quantas pessoas você conhece que, antes mesmo de fazer algo já se sentem pequenas diante do desafio? Quantos vendedores que atuam na sua empresa logo de manhã já começam o dia pensando nas dificuldades que terão que enfrentar, ou seja, os “nãos” que ouvirão durante as vendas? Quantas vezes por dia cada um de nós, diante de qualquer desafio, antes mesmo de encarar a adversidade, já nos sentimos derrotados, desanimados, ou desacreditados para fazer o que tem que ser feito? A partir disso começamos a compreender porque o sucesso ou fracasso começa na mente de cada um.

Quando você se coloca em um estado negativo, pobre e limitante, o seu comportamento também será limitante e provavelmente os resultados não serão os melhores. Por outro lado, se antes de fazer qualquer coisa você se coloca em um estado rico de possibilidades, energizante e confiante, o seu comportamento será mais pró ativo e os resultados certamente serão melhores.

Obviamente que os problemas não vão deixar de existir, mas saber dar a melhor resposta para superá-los é o segredo. E para dar a melhor resposta você deverá se colocar no melhor estado emocional porque a atitude de uma pessoa perante os desafios da vida sempre vai depender do estado mental que ela cria para si mesma.

Portanto, reflita sobre como você tem se colocado para fazer as coisas. Saiba que suas atitudes e seus resultados podem ter mais qualidade se sua atitude interna for de qualidade. 

Então, vamos lá, comece desde já a praticar a Síndrome de Sentir-se Vitorioso Antes de Fazer Qualquer Coisa: S.S.V.A.F.Q.C. Desta forma você começará a criar o sucesso, primeiramente dentro de você mesmo.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Momento de Reflexão



Estou cansado... 
Sinto-me cansado da solidão... 
Das noites frias, das lembranças... 
Chegando de mansinho... 
Dos fantasmas torturando a alma...
Caminho... caminho em passos lentos pelas ruas desertas, a cidade está vazia...
O silêncio apenas... 
Todos se foram... menos a sua imagem presente nesta sombra que me acompanha...
E no meu desespero grito seu nome, ajoelho neste asfalto molhado. e diante das estrelas faço meu pedido em oração à espera de um milagre...
E neste sonho chego a sentir teu abraço, um olhar, um beijo...
Um novo dia... 
E ao acordar, espero por você, ter uma vida com você...

4 C's: Para Competir com Criatividade e Inovação na Carreira



A empregabilidade é hoje a maior preocupação dos profissionais, colocando à prova a competência deles no que diz respeito à melhoria de processos internos, produtos, serviços, processos operacionais. Todas essas questões exigem do profissional uma das competências mais avaliadas diariamente que é a criatividade e Inovação.

E sempre que estou em treinamentos e palestras ouço a mesma coisa: “Como faço para ser mais criativo, como faço para inovar? Preciso disso para ser mais competitivo.”

A demanda é tamanha que acabei escrevendo um livro sobre isso, como objetivo de fornecer orientações e exercícios de auto-análise, para ativar a criatividade, favorecendo o pensar e agir criativamente, não eximindo a pessoa da responsabilidade de analisar a realidade, aplicando cuidadosamente os conteúdos em funções gerenciais, desenvolvendo equipes e criando mecanismos de desenvolvimento da organização.

Neste artigo gostaria de tocar os “4 C´s”, que a meu ver, precisam de observação e ajustes constantes.


Criatividade e Inovação Pessoal
Hoje, para obter sucesso é necessária além do conhecimento técnico, a habilidade para solucionar problemas, lidar com a diversidade, o que implica na utilização da capacidade criativa, sendo proativo e quebrando paradigmas. A destruição mental de tudo que já existe é condição primordial para iniciar o processo criativo.

Criar envolve, em primeiro lugar, um rompimento dos paradigmas pessoais e, em segundo, dos sociais. Muitas vezes o criador acaba boicotando a sua própria criação com medo de ser criticado e não reconhecido. Criar é um ato de coragem tanto no âmbito pessoal como social.

Percebo que o primeiro passo é perceber-se enquanto pessoa e o que realmente gosta de fazer, o que faz bem, o que a alma aplaude e acima de tudo o lhe dá prazer. Esqueça o que está do lado, aqueles comportamentos padronizados ou até mesmo aquilo que as pessoas gostariam que você fizesse ou até mesmo fosse. Observe suas principais qualidades e aproprie-se delas.

Na empresa em que trabalha tente romper o comportamento mecanicista apresentando idéias de novos produtos, serviços, melhoria do que você já faz, como também do ambiente organizacional.


Comunicação Assertiva
Como já dizia o Chacrinha: “Quem não se comunica, se trumbica”. Pois é, muitas vezes deixamos de colocar em ação uma idéia ou desejo por medo de não ser aceito, como também por não saber “vender” a idéia.

O primeiro passo é vender para si próprio. Por exemplo, você deseja mudar de carreira. Cabe a pergunta: já elencou todas as vantagens da mudança? Quais as vantagens e riscos? Você se convenceu de que é uma boa saída para a sua situação atual, está amadurecido da decisão e convencido da mudança de emprego ou de profissão?

Se sim vá em frente. Se não, venda acima de tudo para você mesmo e depois para as pessoas que estão ao seu redor. Faça networking e comunique a algumas pessoas a sua decisão.

Prepare-se para vender para seu chefe, desenvolva um projeto detalhado, utilize da sua criatividade, recursos disponíveis, sempre comparando a situação real e a desejada. Mas seja sempre muito claro, expondo o que pensa, o que sente e como vê e sente esta situação.


Cooperação e Comprometimento
Caso você esteja querendo mudar de empresa e isso poderá acarretar resultados tanto para você quanto para as pessoas do seu convívio, compartilhe a decisão, principalmente, se ela afetar diretamente seus familiares, por exemplo. É preciso buscar ajuda. Você poderá obter apoio dos amigos também.

A mesma situação poderá ocorrer se você estiver apresentando uma idéia para seu superior. Uma idéia sem ação é pura ilusão e será preciso buscar parceiros para fazer acontecer. Cada pessoa tem uma inteligência particular e quando se junta a de outras pessoas o resultado é uma criação muito especial. Pense quem pode lhe ajudar a criar algo realmente especial.


Coordenação
Não podemos pensar em liderar as pessoas se somos dependentes, se não lideramos a nós mesmos. Reavalie todas as situações em que você está à frente de algo, coordenando, decidindo e seja honesto consigo. Como disse no começo deste texto analise a realidade. Em que momentos a sua liderança se sobressai?

A clareza de objetivos em relação a sua própria carreira e vida faz com que atinja o que deseja. Fixe metas, prazos, e a forma para conquistá-los. O mesmo poderá acontecer quando apresentar uma idéia ao seu superior e ela for aprovada. É a oportunidade para fazer acontecer juntamente com seus parceiros, aqueles já mencionados no item acima. Mas, sem perder de foco que agora é a sua vez de coordenar, que você está consciente das ações necessárias para isso e que se planejou para tal.

E aí, está pronto? Mãos à obra...

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Momento de Reflexão



"Para tudo há um tempo, 
e um tempo para cada propósito sob os céus... 
Um tempo de manter o silêncio, 
e um tempo de falar..."

As Razões pelas quais seus Colaboradores não Vestem a Camisa



"Meus funcionários precisam vestir a camisa."

Esta é uma frase escutada em vários cantos de diversas empresas há algum tempo.

O que muitos superiores precisam refletir, é que certas vezes não damos a “camisa” para este colaborador e mesmo assim exigimos que ele a vista.

A “camisa” na verdade simboliza as informações, o conhecimento sobre tudo que cerca a companhia.

Todos os seus colaboradores deveriam saber o que você sabe, pois gostamos e amamos apenas o que de fato conhecemos. E quanto mais se conhece um determinado assunto, mas nos aprofundamos nele, e o amor será conseqüência.

Normalmente achamos que nossa equipe já domina quase tudo, portanto desafio você a fazer um teste simples, porém fundamental, quando queremos maior interação e comprometimento dos que compõe o quadro executivo do menor ao maior escalão.

Note que rotineiramente, prefiramos falar de assuntos que dominamos e quanto mais sabemos, mais queremos aprender sobre tal.

Segue abaixo uma sugestão que aplico nos treinamentos que ministro em várias empresas. Tenho certeza que se surpreenderá com o feedback.


Qual o nome completo da sua empresa?
Qual a origem do nome ou por que sua empresa tem esse nome?
Quais são os produtos e serviços que sua organização comercializa?
Quais os principais diferenciais da nossa corporação?
Há quantos anos a empresa existe?
Qual a região de atuação?
Quais são os 5 maiores ou melhores clientes?
É detentor de algum prêmio importante? Qual?
Exporta seus produtos ou serviços ao exterior? Quais países?
Na sua opinião, quais as funções ou atividades que um diretor de empresa deve desempenhar?



Normalmente, por mais que os chefes achem que todos irão tirar nota 10, a média tem estado em torno de 50%, ou seja, 5 acertos apenas. Já pensou se alguém resolver usar apenas metade da roupa?

Não é só o presidente, diretor, gerente ou vendedor que deve ter acesso a esses valiosos dados, mas sim todos os funcionários da empresa.

Cientes dessas respostas, todos poderão se tornar parte integrante da organização, ou seja, passará a ser um peixe “dentro” d’água e poderá então, vestir a camisa. Com isso sua companhia ganhará mais divulgadores e vendedores, que não atuam na área comercial.

domingo, 7 de agosto de 2011

Momento de Reflexão



“Conte-me e eu esqueço. 
Mostre-me e eu apenas me lembro. 
Envolva-me e eu compreendo...”
Confúcio

A Comparação Não é um Bom Negócio...



Um dos maiores erros cometidos por nós seres humanos é a comparação. A medição de si mesmo de acordo com os padrões, os feitos ou as realizações das outras pessoas. Desde pequeno somos comparados aos nossos irmãos, aos filhos dos vizinhos ou a qualquer outra pessoa. Este espírito comparativo continua durante a adolescência e a idade adulta, tornando-se traumatizante porque passamos a maior parte de nossas vidas tentando competir com os outros, comparando nossas realizações com outras pessoas do nosso meio, e tentando viver de acordo com os seus padrões de aceitação.

Sempre que você compara os seus talentos e habilidades com os outros, quer favorável ou desfavoravelmente, desperdiça a oportunidade de se tornar melhor tentando tornar iguais pessoas que são totalmente diferentes.

Quando éramos crianças minha família e eu viajávamos de carro e tínhamos o hábito de ficar pedindo para que o pai ultrapassasse todo mundo. Torcíamos para que ele conseguisse e comemorávamos muito fazendo caretas para o carro que acabávamos de deixar para trás. Mas teve um dia que um carro passou por nós tão rápido que eu e o meu irmão ficamos de boca aberta.

Embora o pai estivesse “liderando” todos os outros carros aos olhos deles nós estávamos tendo sucesso, por que estávamos viajando bem mais rápido do que eles. Quando comparado ao desempenho do nosso carro a sua verdadeira capacidade, não estávamos sendo bem sucedidos porque estava viajando abaixo da sua capacidade máxima constituída pelo fabricante.

A lição aqui não é que o verdadeiro sucesso não é medido pelo quanto você fez ou realizou em comparação ao que outros fizeram; o verdadeiro sucesso é o que você fez comparado ao que você poderia ter feito. Em outras palavras, viver em plenitude é competir com você mesmo.

Em vez de sermos nós mesmos, ficamos preocupados em ser o que os outros acham que deveríamos ser. Sempre existirão pessoas que iremos superar e outras que nos superarão. Se competirmos com nós mesmo, e não com os outros, então não importa quem está atrás ou na frente; nossa meta é nos tornar tudo aquilo que somos capazes de ser e de realizar, e isto se torna a medida da nossa satisfação. Todas as experiências que você terá durante a sua vida, não eliminarão a sua capacidade de fazer tantas vezes quantas forem preciso.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Momento de Reflexão

Momentos...

O seu valor reside na sua intensidade de acontecimentos...
tornando-os inesquecíveis e alguns inexplicáveis.

Tenho comigo momentos gravados, situações de verdadeira amizade e carinho por mim demonstrados, quero aproveitá-los ao máximo.

Considero-os uma oferta especial da minha vida.

Há momentos que sei que nunca mais os posso viver... 
mas vou recordá-los sempre com o meu sorriso, porque como o disse de início são intensos, inesquecíveis e inexplicáveis pela sua grandiosidade.... 
vai ficar a saudade.

Os Três Porquinhos...



Durante o século XVIII surgiram vários contos de fadas envolvendo animais. Entre centenas de histórias, criou-se um conto representado por três porquinhos. Em 1933 a Disney reformulou o conto e tornou-o famoso em todo mundo, batizando cada um dos porquinhos com um nome: Prático, Heitor e Cícero.

Conforme relata o conto, um belo dia os três porquinhos resolveram sair de onde moravam e cada um combinou construir sua casa. Cícero era o porquinho menos esforçado e relaxado, então construiu uma casinha de palha. Heitor queria um pouco mais de conforto e aconchego e construiu uma casa de madeira. Já o Prático, queria uma casa confortável, segura, resistente, durável e que refletisse sua personalidade. O resto da história você já sabe. Vem o lobo mau, assopra a casinha de palha e a derruba; o porquinho Cícero corre para a casa de madeira de seu irmão Heitor, o lobo vai atrás, assopra-a e a destrói e os porquinhos fogem para a casa de pedra do Prático. O lobo assopra, assopra, assopra e não derruba a casa. Tenta entrar pela lareira e cai em um caldeirão de água quente, fugindo assustado enquanto os porquinhos comemoram a vitória.

Em todas corporações podemos encontrar colaboradores que assumem papéis de personagens semelhantes aos vividos pelos três porquinhos. Há aquele com o perfil do porquinho Cícero, que ao resolver iniciar suas atividades não as realiza com paixão e determinação, e muito menos as finaliza. Seu maior interesse é em cumprir a carga horária, e não apresentar resultados ou contribuir com estratégias criativas para a empresa. Encontra-se constantemente tomando cafezinhos, batendo papo, fumando, navegando na Internet com interesses particulares e quando questionado, apresenta seus relatórios incompatíveis com a expectativa para sua função.

Quando percebe que sua segurança profissional torna-se abalada, corre em direção de alguém que possa auxiliar para que complete sua atividade. Não em direção de quem necessariamente o oriente, mas de quem literalmente faça o que ele deveria ter feito. Vai atrás de alguém com o perfil do porquinho Heitor, colaborador que realmente se dedica ao realizar suas atividades e cumpre exatamente aquilo que foi orientado a fazer. Como um bom executor, é receptivo e prestativo, ajudando muitas vezes os colaboradores com perfil do porquinho Cícero, buscando inclusive encobrir a falha ou má vontade dele em razão da amizade existente.

Para a sorte das corporações existem os colaboradores que vão além do mínimo ou necessário. São aqueles que desenvolvem projetos, apresentam estratégias, buscam melhorias constantes que possam contribuir para o resultado da empresa e também de todos que atuam conjuntamente, muito além de apenas desempenharem atividades para as quais foram contratados. Estes colaboradores são aqueles que possuem o perfil do porquinho Prático. Não querem apenas construir um abrigo ou simples casa. Não querem fazer igual ou o necessário, querem apresentar mais trabalho e melhor, em menos tempo, com maior duração, com resultados expressivos e em benefício de todos.

E porque os profissionais com as características dos porquinhos Cícero e Heitor iriam solicitar auxílio ao profissional com o perfil do porquinho Prático? Pelo mesmo motivo da história. Por causa do lobo mau! O lobo mau da concorrência, da necessidade de redução de custos e de tempo, da exigência de inovação, do desenvolvimento de novos produtos, novas campanhas e da melhoria da competitividade.

Este lobo mau mercadológico vive faminto e não perdoa. Porquinho que não inova vira lombo defumado no café da manhã. Porquinho que não reduz seus custos fica com sua estrutura pesada, não consegue fugir e vira porquinho assado no almoço. Porquinho que não melhora sua competitividade, não desenvolve campanhas e não se demonstra preparado fica sem conseguir se diferenciar de outro e vira ensopado no jantar.

Dificuldades à parte, somente com muito esforço, determinação e paixão pelo que se faz, juntamente com muito profissionalismo é que se consegue conquistar mais espaço e ampliar os horizontes.

Aquele hábito de ficar enrolando ou simplesmente executando o que ordenaram para se fazer, tornando-se um “pau mandado”, não é o melhor caminho e cedo ou tarde, como na história, a casa cai. Perdoe-me o trocadilho, mas que tal então, ter um perfil mais “prático”?